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A vitória por 2 a 1 sobre o Sport deixou o Internacional a um pontinho do G4 do Campeonato Brasileiro. A distância pode aumentar ao longo da rodada, dependendo dos resultados de seus adversários. Porém, apesar de fechar a partida na 5ª colocação, a melhor da equipe desde o início da competição, ninguém no Beira-Rio se empolga com a situação: a ideia é seguir o pensamento jogo a jogo implantado pelo técnico Argel Fucks para, somando pontos nesta reta final, chegar à Libertadores do ano que vem. "Nossa campanha e nosso discurso se mantêm os mesmos: é pensar jogo a jogo. É importante vencer todas dentro de casa. Daqui por diante, não dá mais para dar nenhuma brecha", analisou o goleiro Alisson. "Estamos sempre vivos, o importante é isso. Foi mais um jogo muito importante pra gente", completou o zagueiro Paulão. Autor do gol que abriu a vitória, Lisandro López negou que tenha tocado com o braço no lance do 1 a 0, que foi muito reclamado pelos jogadores do Sport: "toquei com o peito no cruzamento, e acho que o goleiro já tinha até caído com a bola dentro do gol. No rebote, toquei de cabeça", explicou. O argentino destacou a superação da equipe em buscar a vitória após a eliminação de quarta-feira, na Copa do Brasil: "foi muito importante, a gente teve um desgaste muito grande. Mas apesar das dificuldades nós fizemos um bom jogo e merecemos a vitória", finalizou. Com a vitória, o Inter chega a 44 pontos, um atrás do Palmeiras, atual 4º colocado. A equipe gaúcha agora para por 11 dias e volta a atuar na quarta, 14, diante do Atlético-MG, em Belo Horizonte.
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Foi sofrido, mas o Internacional voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Neste sábado, em jogo que marcou o reencontro do clube com seu ídolo Paulo Roberto Falcão, hoje técnico do Sport, o Colorado dominou seu adversário no Beira-Rio e venceu por 2 a 1, com gols de Lisandro López e Rodrigo Dourado, e Élber descontando. O resultado leva o time gaúcho a 44 pontos, na quinta colocação, a um pontinho da entrada do G4 - a distância pode subir neste domingo, dependendo dos resultados de seus adversários. Depois de pressionar por quase todo o primeiro tempo, o Inter chegou ao primeiro gol aos 19 da etapa final, com o argentino Lisandro López. Mesmo sem exercer grande pressão, o Sport empatou aos 34. O Colorado, porém, reagiu rápido e, dois minutos depois, Rodrigo Dourado fez o gol da vitória. No final, o time pernambucano ainda perdeu Diego Souza, expulso por chutar o lateral Léo. A derrota mantém o Sport em décimo lugar, com 40 pontos. As duas equipes voltarão a jogar no dia 14. O Inter visita o Atlético-MG, no Independência, enquanto o Sport receberá o Avaí, na Ilha do Retiro. Notas: Inter: 7,5 / Argel Fucks: 7,5 - Média geral: 7,5 Sport: 6,0 / Paulo Roberto Falcão: 6,0 - Média geral: 6,0 Média Geral da partida: 6,7 Compacto e gols:
Coletivas:
Argel Fucks: "O mais importante foi a vitória. Poderíamos ter aberto o placar já no primeiro tempo, mas faltou um pouco de capricho. No segundo tempo, continuou com a mesma força. A gente acabou abrindo placar e mudamos a forma de jogar. Tentamos ser mais incisivos na parte ofensiva. Estávamos com o jogo controlado e um escanteio a nosso favor. Mas no contra-ataque o adversário fez o gol. Nosso time não perde a tranquilidade. Pelo contrário. Absorveu muito bem o gol de empate. Ainda faltam nove jogos. Temos uma matemática. Pensávamos em sete vitórias. Agora são seis. Acho que não dá para tratar G-4 como realidade ainda. A cada três dias, você joga uma vez. Existem outras brigas, outras equipes fortes, vamos focar jogo a jogo. A gente vai jogar com dois adversários diretos e precisaremos ganhar fora para fazer a diferença. Teremos que ganhar, no mínimo, dois ou três jogos fora de casa". Paulo Roberto Falcão: "Saio feliz. Não pelo resultado, mas porque foi um time que teve vibração. Queria recuperar isso no time. A reação foi boa. Senti os jogadores motivados, brigando pelo jogo e até irritados com a arbitragem em algumas ocasiões. Pelo menos isso a gente recuperou. Começou a vibrar e é assim que eu gosto. Se fosse uma vitória do Sport não seria justa, mas a vitória do Inter também não seria justa. Era um jogo para empate, mas sei que a justiça não é do futebol. Ela nem sempre se dá no futebol. Não foi um jogo comum para mim, mas eu estava tão focado na partida que isso passou a ser secundário. O jogo era muito mais protagonista do que eu". Ficha Técnica: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 3 de outubro de 2015, sábado / Horário: 18h30 (de Brasília) / Árbitro: Bráulio da Silva Machado (Asp. Fifa-SC) - Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (Asp. Fifa-RJ) e Thiago Corrêa Farinha (RJ) / Renda: R$ 356.535,00 / Público: 17.614 / Cartões amarelos: William e Nilton (Internacional); Samuel Xavier e Renê (Sport) / Cartões vermelhos: Diego Souza (Sport) / GOLS: INTERNACIONAL: Lisandro López, aos 19, e Rodrigo Dourado, aos 36 minutos do segundo tempo / SPORT: Élber, aos 34 minutos do segundo tempo INTERNACIONAL: Alisson; William (Léo), Paulão, Réver (Vitinho) e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Anderson (Silva), Valdívia e Alex; Lisandro López Técnico: Argel Fucks SPORT: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel (Régis) e Diego Souza; Maikon Leite (Élber), André (Hernane) e Marlone Técnico: Paulo Roberto Falcão
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Encerrada a partida com o placar de 1x1 os torcedores presentes nas arquibancadas Beira Rio vaiaram o time pelo resultado e com isso rolou um bate boca entre os jogadores Paulão e Vitinho versus torcedores que estavam perto do túnel aos vestiários. Paulão era o mais chateado, pois foi destaque em partidas anteriores, inclusive com vídeo de um drible seu feito pelo clube convocando a torcida para ir ao estádio vê-lo jogar. "Me deixa chateado pelo fato de as vaias não serem necessárias. Nossa equipe se doa ao máximo. Levamos o gol e parece que ninguém presta. Não é necessário sair vaiado em casa. Parece que os jogadores não têm valor. Não é nada disso. Vaiou meu companheiro, está vaiando a mim também. Por isso é complicado aceitar essas vaias. Estamos brigando por uma quarta de final da Copa do Brasil". Vitinho também ficou triste, pois alega ter sido xingado por um colorado ao deixar o campo. "Não tenho problema em ser vaiado, mas acho que um torcedor perdeu o respeito, agiu de cabeça quente. E eu também estava de cabeça quente". O vice de futebol Carlos Pellegrini minimizou o fato. Disse que a ação foi resultado de "chateação" pelo empate: "Não vi protesto, mas uma certa chateação da torcida em função do resultado. Não existiu protesto. Mas temos que compreender que gostaríamos de ter saído com a vitória. Temos condições de buscar o resultado fora".
Após este empate Inter precisa bater o Palmeiras no jogo da volta, na próxima quarta-feira, às 22h, na Arena Palmeiras. Empate em 0 a 0 dá a vaga ao Verdão. Em caso de nova igualdade, com mais de dois gols anotados, também se classifica, o time colorado. Mas, antes, às 11h deste domingo, na Vila Belmiro, pela 28ª rodada do Brasileirão, o Inter enfrenta o Santos.
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Nesta noite, o Internacional do técnico Argel Fucks não conseguiu impor seu futebol dentro de casa. Em um primeiro tempo morno, a melhor chance foi do Palmeiras, que perdeu um pênalti – Barrios bateu mal, e Alisson defendeu. No começo da etapa final, os gaúchos abriram o placar num chutaço de Alex. Porém, as substituições do técnico Marcelo Oliveira fizeram efeito, e Rafael Marques, que recém havia entrado, empatou de cabeça. O Palmeiras dominou a partida e teve chances de encerrar o tabu de 18 anos sem vencer no Beira-Rio, mas, ao menos, não perdeu e o empate por 1 a 1 na ida das quartas de final da Copa do Brasil, nesta quarta-feira. No jogo de volta, às 22 horas (de Brasília) da próxima quarta-feira, no Palestra Itália, o Verdão pode vencer por qualquer placar ou até segurar o 0 a 0 para se classificar, já que balançar as redes fora de casa é critério de desempate. Quem vencer o segundo jogo se classifica. Empate em 0 a 0 dá Alviverde; de 2 a 2 para cima, Colorado; em 1 a 1, força uma decisão por pênaltis. O confronto de volta será quarta-feira que vem, no Allianz Parque. Antes disso, as duas equipes voltam a jogar pelo Brasileirão. No domingo, o Inter visita o Santos, enquanto o Palmeiras fará o clássico contra o São Paulo, no Morumbi. Notas: Inter: 7,0 / Argel Fucks: 7,0 - Média Geral: 7,0 Palmeiras 7,5 / Marcelo Oliveira: 7,5 - Média geral: 7,5 Compacto e Gols:
Coletivas:
Argel Fucks: "Fizemos uma grande partida contra um adversário de qualidade. Tivemos três lances de bola aérea, depois um lance claríssimo com o Alex e com o Nilton. O adversário teve só o lance do pênalti, muito bem defendido pelo Alisson. No segundo tempo, nossa equipe se soltou. Conseguimos fazer o gol. Eu fico satisfeito pela entrega. Com todos os problemas que a gente teve, com todas as ausências. Eu saio muito satisfeito pela atuação, não pelo resultado. Nossa equipe fez uma partida com brio, com raça. Com a garotada que botamos. Eles foram muito bem. Estou muito orgulhoso. O adversário tem qualidade. Jogamos contra o melhor time do futebol brasileiro. O Palmeiras, para mim, é mais completo que o Corinthians. Tiraram o Lucas Barrios e colocaram o Rafael Marques, que é do mesmo nível, se não melhor. Não é defeito do Inter. O adversário fez a gente passar esse sacrifício. Eu gostaria de contar com o Sasha, o D'Ale, o Lisandro, o Rafael Moura, o Nico. Faz parte do futebol. Ninguém pede para se machucar. Eu fico satisfeito pela entrega, com todos os problemas que a gente tem, com todas as ausências. Estou muito orgulhoso pela resposta que eles me deram".
Marcelo Oliveira: "Nós viemos aqui para tentar ganhar o jogo. Continuamos atacando mesmo depois de fazer o gol. O resultado foi justo, com o sentimento que poderia ter até um resultado melhor. Mas como perdemos um pênalti, e o Inter sem chances claras e conseguiu fazer o gol primeiro. Gostei mais do segundo tempo, que a bola rolou mais no chão, conseguimos criar mais. Saímos com uma "vantagenzinha", podemos sair classificados com um 0 a 0, mas o Inter é uma equipe tradicional de bons jogadores. Eu falei no intervalo que ele tinha chutado uma bola no primeiro tempo. Eu cobrei para não deixar ele chutar. Ele pega muito bem, é muito mérito dele. A falha foi deixar chutar, não pode deixar ficar pensando muito e dar espaço. Mérito total dele. O legal é que houve uma reação, não se abateu, conseguimos jogar, foi um jogo equilibrado, um resultado com uma pequena vantagem, que não é definitiva, mas temos que trabalhar muito para jogo de volta. A posse foi equilibrada, mas tivemos mais finalizações, mais cruzamentos e mais passes errados. No segundo tempo foi melhor, exigimos isso. Não estávamos conseguindo sair jogando. O que dificultou foi o Inter jogar com três volantes e uma bola aérea muito perigosa. Mas está aberto, teremos que lutar bastante". Ficha Técnica: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 23 de setembro de 2015, quarta-feira / Horário: 19h30 (de Brasília) / Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC) - Assistentes: Kléber Lúcio Gil (Fifa-SC) e Carlos Berkenbrock (SC) / Público: 30.740 pagantes / Renda: R$ 763.776,00 / Cartões amarelos: Vitinho, Wellington e Silva (Internacional) / Gols: INTERNACIONAL: Alex, aos oito minutos do segundo tempo - PALMEIRAS: Rafael Marques, aos 28 minutos do segundo tempo INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Réver e Ernando (Artur); Rodrigo Dourado (Silva), Nilton, Wellington (Bruno Baio) e Alex; Vitinho e Valdívia Técnico: Argel Fucks PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Egídio; Amaral e Arouca (Rafael Marques); Gabriel Jesus (Allione), Robinho e Dudu; Barrios (Cristaldo) Técnico: Marcelo Oliveira
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O Palmeiras não vence no Beira-Rio desde dezembro de 1997, e quebrar o tabu de quase 18 anos não é a prioridade para o jogo das 19h30 (de Brasília) desta quarta-feira. Duas semanas após perder por 1 a 0 do Inter em seu estádio, pelo Brasileiro, o Verdão abre os confrontos pelas quartas de final da Copa do Brasil tentando não perder para decidir sua classificação na próxima semana, no Palestra Itália. “Tabu não entra em campo, nem lembramos disso. Só queremos jogar e fazer bons resultados. Será um jogo difícil e, por isso, um empate será bom demais. E ganhar será excelente”, analisou Vitor Hugo, receitando também que o time não se empolgue com o embalo no Campeonato Brasileiro – são três vitórias seguidas que levaram a equipe à quarta colocação. “Agora vira a chave, troca o chip. É um campeonato paralelo e completamente diferente do Brasileiro por ser mata-mata, sem ter como recuperar a pontuação. Nunca é fácil jogar no Beira-Rio e eles vão querer fazer logo o resultado para administrar na volta. Mas temos grandes chances de alcançar um resultado positivo e decidir em casa, com nossa torcida”, repetiu o zagueiro. Em campo, Marcelo Oliveira não poderá contar com Thiago Santos, volante que vinha sendo um pilar do sistema defensivo, mas não pode jogar por já ter defendido o América-MG na Copa do Brasil – pelo mesmo motivo, o zagueiro Leandro Almeida (ex-Coritiba) e o atacante Alecsandro (ex-Flamengo) também estão fora. O veterano Zé Roberto, com dores musculares, completa a lista de desfalques. Da escalação que bateu o Grêmio no sábado, Egídio entra na lateral esquerda e o mais provável é que Amaral assuma a marcação na cabeça de área. No ataque, como a punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) vale apenas para o Brasileiro, Dudu fica à disposição e deve voltar no lugar de Rafael Marques. A força ofensiva que gerou 48 gols na liga nacional é a aposta contra os deslizes defensivos, já que balançar as redes fora de casa é critério de desempate na Copa do Brasil. “Temos cometido muitos erros lá atrás, por isso vamos entrar com atenção redobrada. Mas sabendo que gol fora conta muito e tentando usar o nosso ponto forte, já que somos o melhor ataque do Campeonato Brasileiro. Fazer gols no Beira-Rio vai facilitar para a volta”, discursou Vitor Hugo. Embalado depois de quebrar uma invencibilidade de 17 jogos do Corinthians no Brasileirão, o Internacional foi mal no fim de semana, não passando de um empate em 1 a 1, no Beira-Rio, contra o Figueirense. Com expectativa de público superior a 40 mil torcedores nesta quarta, a esperança colorada é deixar para trás a partida fraca do último sábado. A ideia é abrir vantagem no jogo de ida para não ir ao Palestra Itália precisando buscar o resultado. “Dentro de casa, é necessário ir para cima, buscar o resultado, impor o nosso jogo. O Palmeiras virá fechado, mas precisamos buscar os gols para ter tranquilidade no segundo jogo. E temos se estar concentrados para não tomar gols”, falou o meia Valdívia, que está confirmado para começar o jogo, apesar das dores no pé. Apesar do discurso de ofensividade, o Internacional deve entrar com uma formação cautelosa em campo. Nessa terça, o técnico Argel Fucks trabalhou a equipe com três volantes no meio. Além de Rodrigo Dourado e Wellington, que atuaram diante do Figueira, Nilton volta à equipe - ele cumpriu suspensão no final de semana. O principal desfalque é o meia D’Alessandro. O argentino está com uma hérnia de disco e não tem data para voltar a atuar. Alex, assim, permanece entre os titulares. O meia Eduardo Sasha, com lesão no tornozelo, também não joga e Lisandro López e Rafael Moura, que sofreram pancadas na rodada do final de semana, são dúvidas. FICHA TÉCNICA: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 23 de setembro de 2015, quarta-feira / Horário: 19h30 (de Brasília) / Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC) - Assistentes: Kléber Lúcio Gil (Fifa-SC) e Carlos Berkenbrock (SC) INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Réver e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Wellington e Alex; Vitinho e Valdívia Técnico: Argel Fucks PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Egídio; Amaral e Arouca; Gabriel Jesus, Robinho e Dudu; Lucas Barrios Técnico: Marcelo Oliveira
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Depois de três vitórias consecutivas, o empate em 1 a 1 em casa com o Figueirense foi uma ducha fria nas pretensões do Internacional de chegar ao G4. Com o resultado, a equipe gaúcha fechou o sábado na sétima colocação e pode perder mais duas posições no domingo. O time de Argel Fucks tinha até a chance de terminar o sábado em quarto se vencesse e o Palmeiras não derrotasse o Grêmio. O volante Wellington, que atuou ao lado de Rodrigo Dourado na contenção, ressaltou a dificuldade de encarar o Figueirense como o principal motivo para os pontos perdidos em casa. “Nós lutamos, mas é sempre difícil jogar com o Figueirense, dentro ou fora de casa. O time tentou, buscou o gol o jogo todo, mas não deu para chegar à vitória”, frisou o volante, em entrevista ao canal Premiere. A concentração de Wellington na luta pelo G4 é tanta que ele chegou a se confundir, esquecendo o fato de o Inter enfrentar o Palmeiras nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil, antes do duelo direto com o Santos, no próximo domingo. “Agora temos que pensar no Santos, um jogo difícil fora de casa. Depois a gente pensa na Copa do Brasil. Queremos chegar ao nosso objetivo no Brasileiro”, disse o volante. O jogo entre Santos e Inter será no próximo domingo, às 11 horas (de Brasília). Pela Copa do Brasil, o confronto com o Alviverde é na quarta-feira, às 19h30, no Beira-Rio. Para esta partida, são aguardadas as voltas de D’Alessandro e Eduardo Sasha à equipe gaúcha.
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Em uma noite pouco inspirada, o Internacional frustrou os 20 mil torcedores que resolveram encarar a chuva para comparecer ao Beira-Rio. A equipe do técnico Argel Fucks até saiu à frente no placar, mas cedeu um empate em 1 a 1 com o Figueirense, em partida que abriu a 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Alex, de pênalti, marcou para os gaúchos, e Thiago Santana empatou para o time visitante. Bem fechado no começo de jogo, o Figueirense anulou o Inter durante todo o primeiro tempo. O Colorado, porém, conseguiu chegar ao gol num pênalti cometido por Marquinhos Pedroso em Alex. Na etapa final, o time catarinense veio para cima, insistiu e foi premiado com o empate. Com 41 pontos, o Inter fecha o sábado na 7ª colocação. O Figueira, mesmo com o ponto valioso obtido em Porto Alegre, segue em 18º, com 28. As duas equipes agora voltam suas atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, o Internacional abre as quartas de final recebendo o Palmeiras, enquanto o Figueirense enfrenta o Santos, no Orlando Scarpelli. Notas: Inter: 6,0 / Argel Fucks: 6,0 - Média geral: 6,0 Figueirense: 6,5 / Hudson Coutinho: 6,5 - Média Geral: 6,5 Compacto e gols:
Coletivas: Argel Fucks: "O desgaste é normal. Viemos numa maratona de jogos muito forte. Jogamos na quarta em uma intensidade muito alta. É um espaço muito curto, mas não é desculpa. Não fizemos uma boa partida. Não conseguimos jogar. O adversário se fechou muito bem atrás, conseguiu amarrar o jogo. Eu conheço muito bem esses jogadores. A gente sabe da capacidade. Eles vieram com uma transpiração muito forte. Não conseguimos fluir, agredir o adversário. Saímos na frente por méritos, e eles empataram com méritos. Volto a dizer. O desgaste, a sequência de jogos, a ausência do D'Alessandro, do Sasha. Tudo isso entra dentro do contexto. Deveríamos ter feito uma partida melhor para conseguir a vitória. A gente não teve bem na parte individual, não conseguimos ser a melhor equipe que temos. Não conseguimos ser envolventes. Não fizemos uma partida boa, mas não faltou vontade e entrega. Lutaram do começo ao fim. Foi um jogo guerreado, em que as duas equipes jogaram de forma parecida. Olha, a gente entende o torcedor. A gente trabalhou não pensando na Copa do Brasil. Vamos pensar jogo a jogo no Brasileirão e fase a fase na Copa do Brasil. Não tiramos o Alex para preservar. Ele sentiu e pediu para sair. O Vitinho não estava bem tecnicamente e fisicamente. Entendemos que deveríamos tirá-lo. A gente focava só no Figueirense. Faz parte do futebol". Hudson Coutinho: "A gente não pode comemorar muito. Jogar fora, contra o Inter, é muito difícil. A atuação foi boa, mas a gente continua na zona do rebaixamento. Não tem que comemorar. Claro que a gente viu nossa equipe muito competitiva. Acredito que com isso a gente tem chance de sair dessa zona. A gente tenta mostrar para os atletas o patamar que eles atingiram alguns jogos atrás. Aquele jogo contra o Atlético-MG foi emblemático para mim. Nosso patamar é aquele. É dali para cima. Uma equipe intensa e muito competitiva. Sou muito tranquilo. Sei da minha capacidade e sei da minha função. A diretoria tem sua decisão. E o que tiver que ser, será. Provavelmente eu devo estar à frente da equipe no próximo jogo. Mas não é certo. A pergunta é repetitiva, e a resposta é a mesma. Vamos esperar a posição da diretoria. Precisamos da nossa torcida que sempre foi aguerrida, que sempre nos ajuda. E precisamos mais ainda nessa reta final do Campeonato Brasileiro. E também tem a Copa do Brasil, que é uma competição que pode nos passar muita confiança". Ficha Técnica: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 19 de setembro de 2015, sábado / Horário: 18h30 (de Brasília) / Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE) - Assistentes: Clóvis Amaral da Silva (Asp. Fifa-PE) e Albino Andrade Júnior (PE) / Renda: R$ 389.720,00 / Público: 20.607 (16.631 pagantes) / Cartões amarelos: Bruno Alves, Fabinho, Yago, Thiago Heleno e Rafael Bastos (Figueirense) / GOLS: INTERNACIONAL: Alex, de pênalti, aos 36 minutos do primeiro tempo - FIGUEIRENSE: Thiago Santana, aos 30 minutos do segundo tempo INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Réver e Ernando; Rodrigo Dourado, Wellington, Alex (Anderson) e Vitinho (Valdívia); Lisandro López (Taiberson) e Rafael Moura Técnico: Argel Fucks FIGUEIRENSE: Alex Muralha; Leandro Silva, Bruno Alves, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Paulo Roberto (Thiago Santana), Fabinho, João Vítor (Dener) e Rafael Bastos (Yago); Clayton e Marcão Técnico: Hudson Coutinho
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Irreverente como sempre, o meia-atacante Valdívia foi só elogios para o zagueiro Paulão após a vitória de virada do Internacional sobre o Corinthians, nesta quarta, no Beira-Rio. O gol que decretou o resultado foi uma criação do zagueiro colorado, que deu uma meia-lua em cima do corintiano Edilson e cruzou na medida para o articulador estufar as redes de Cássio com um belo chute de primeira. O twitter oficial do clube também fez sua zoação, assim como, de outros colorados no Twitter.
“Golaço, uma grande jogada de Paulão, um craque. Ele deu a meia-lua e tocou para trás, pra eu chutar. Foi pouco bonita a jogada dele”, brincou Valdívia, usando seu famoso bordão nas redes sociais. “Fico feliz por ter ajudado. Foi uma grande vitória, que dá mais tranquilidade ainda pra nossa equipe”, completou o artilheiro colorado na temporada. A vitória foi muito comemorada pelos atletas e pelos torcedores, que nutrem uma rivalidade especial com o Timão. O fato de quebrar uma invencibilidade longa de 17 jogos da equipe paulista deu ainda mais sabor ao feito colorado: “foi demais vencer o líder. Estamos numa sequência de grandes resultados dentro de casa, isso nos dá muita força”, afirma o atacante Rafael Moura. Apesar da grande vitória, o Inter subiu apenas uma posição na tabela, indo para o 8º lugar, com 40 pontos. Como Flamengo e São Paulo jogam nesta quinta, a distância até o G4 pode permanecer sendo de quatro pontos. Sábado, a equipe gaúcha recebe o Figueirense. O atacante Vitinho, que deixou a partida desta quarta com o tornozelo inchado, é dúvida.
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O Inter se credenciou de vez para a disputa de um lugar no G4 e, para isso, destruiu uma invencibilidade de 17 jogos do Corinthians no Brasileirão. O líder do campeonato sucumbiu à raçuda equipe de Argel Fucks que, de virada, por 2 a 1 na noite de quarta-feira, no Beira-Rio, em confronto válido pela 26ª rodada. Os gols do colorado foram de Réver e Valdívia, o Inter chegou aos 40 pontos e subiu para a oitava colocação – o Corinthians, com 54, segue na ponta. O Colorado volta a campo no próximo sábado, quando enfrenta o Figueirense, novamente no Beira-Rio. A derrota em Porto Alegre não altera a vantagem do Corinthians na luta pelo título. A equipe paulista mantém os mesmos cinco pontos de vantagem para o Atlético-MG, que perdeu para o Santos, mas vê o Grêmio se aproximar, seis atrás. A última derrota corintiana havia sido na 9ª rodada, dia 20 de junho, contra o Peixe, seu próximo adversário, no domingo pela manhã. O Inter, por sua vez, embala de vez na briga por uma vaga na próxima Libertadores. A vitória sobre o líder foi a terceira seguida do time de Argel Fucks, que sobe mais uma posição: agora é 8º, com 40. Sábado, o compromisso será diante do Figueirense, novamente no Beira-Rio. Notas: Inter: 8,0 / Argel Fucks: 8,5 - Média Geral: 8,2 Corinthians: 6,0 / Tite: 6,0 - Média Geral: 6,0 Compacto e gols:
Coletivas: Argel Fucks: "Eles cresceram um pouco na partida, nossa equipe sentiu o gol. É normal. Com 30 minutos, mudamos nossa forma de jogar, perdendo em casa. Não era o resultado. Abrimos, colocamos o Lisandro. Nossa equipe ficou mais leve, equilibramos a partida, fizemos um gol de bola parada. Voltamos mais tranquilos para o segundo tempo e conseguimos controlar mais o jogo, rodar mais a bola. Pressionamos o adversário em vários situações e conseguimos fazer o gol. O gol era questão de tempo. Aí, o próprio Paulão, que tinha acontecido uma fatalidade no primeiro lance, dá um drible de Garrincha. O Paulão encarnando o Garrincha... São coisas que acontecem no futebol. Aí, o Ernando sai da bola, e o Valdívia faz o gol da vitória Ganhamos com justiça. Não fizemos mais do que nossa obrigação. Mostramos uma maturidade muito importante. Não é fácil conseguir reverter contra o Corinthians. Conseguimos. Sempre saímos na frente em casa. Hoje, saímos atrás e tivemos maturidade e persistência. Os jogadores tiveram atitude espetacular. Só assim demos a volta no resultado".
Tite: "O campeonato mostra que os times que saem na frente conseguem administrar o placar. Nós fizemos um gol quando o Inter estava melhor, e depois o Inter fez quando nós estávamos melhor. No segundo tempo estava equilibrado e o Inter conseguiu marcar. Temos que ficar absorvendo e sentindo o gosto amargo da derrota. Temos que trabalhar com aquilo que nós podemos melhorar. Não podemos esconder as falhas que nós tivemos e absorver isso. Mas também temos que saber que do outro lado tem méritos e qualidade individual. Na parte ofensiva não tivemos aquela criatividade, que é a nossa característica. Uma das razões se deve à improvisação do lado esquerdo (Edilson, lateral-direito, teve de entrar na vaga de Uendel, lateral-esquerdo, machucado)." Ficha técnica:
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 16 de setembro de 2015, quarta-feira / Horário: 22h (de Brasília) / Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA) - Assistentes: Fabiano Ramires (ES) e Marcos Rocha de Amorim (BA) / Renda: R$ 471.610,00 / Público: 19.073 / Cartões amarelos: Nilton e Ernando (Internacional); Edilson (Corinthians) / GOLS: INTERNACIONAL: Réver, aos 37 minutos do primeiro tempo; Valdívia, aos 28 minutos do segundo tempo - CORINTHIANS: Malcom, aos 18 minutos do primeiro tempo INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Réver e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Wellington (Lisandro López) e Alex; Valdívia (Silva) e Vitinho (Rafael Moura) Técnico: Argel Fucks CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel (Edilson); Ralf (Cristian), Elias, Jadson, Renato Augusto e Malcom (Ángel Romero); Vágner Love Técnico: Tite
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Mesmo mostrando um futebol ainda sem intensidade e confuso, o Inter aproveitou os desfalques de vários jogadores importantes do Palmeiras e venceu o time Paulista por 1x0, com um gol de Nílton, no Beira-Rio diante da torcida em um confronto válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas que também serviu como uma prévia para os duelos das quartas de final da Copa do Brasil, que ocorrerão nos próximos dias 23 e 30. O gol de Nilton foi um dos poucos lances de emoção de um primeiro tempo morno, com chances raras de lado a lado. No começo da etapa final, a situação do Palmeiras ficou ainda mais difícil devido à expulsão de Leandro Almeida. Mesmo com superioridade numérica, o Inter não conseguiu ter contundência para matar a partida, e viu o time paulista crescer em campo. Com a expulsão de Nilton aos 37, ambos os times ficaram com dez em campo. Os paulistas vieram para cima, mas não conseguiram o empate. A vitória leva o Inter a 34 pontos, um a menos que o Palmeiras, que pode acabar a rodada até seis pontos longe do G4. Os dois times jogam agora no próximo sábado. O Inter visita o Coritiba, enquanto o Palmeiras receberá o Figueirense. Notas: Inter: 6,5 / Argel Fucks: 6,5 - Média Geral: 6,5 Palmeiras: 6,0 / Marcelo Oliveira: 6,0 - Média Geral: 6,0 Compacto e Gol:
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Argel Fucks: "Faltou, sim (tranquilidade), principalmente com um jogador a mais. Poderíamos ter rodado um pouco mais, usado as laterais. A saída do Sasha desarrumou um pouco o time, sofremos com a parte física, o que é normal, estamos trocando o pneu com o carro andando. Contra o Palmeiras, dificilmente vai ser jogo fácil, mas nossa equipe conseguiu um resultado importantíssimo. A parte física me preocupa muito, no tático já conseguimos. O grande problema é tempo para trabalhar, para melhorar fisicamente, essa é a grande verdade. Estamos trabalhando no dia a dia, recuperando. Há equipes no Brasileirão que ficam dois dias sem fazer nada e estão em um estágio melhor fisicamente. A partir do jogo de quarta, não fazem nada na quinta, nada na sexta e vão jogar sábado. Seria melhor, mas não podemos fazer isso, temos que trabalhar. Jogamos de uma forma diferente, até porque conhecemos o Palmeiras, é muito forte pelos lados. Colocamos o Valdívia mais centralizado, o Sasha por um lado, o Vitinho pelo outro e centralizamos o D'Alessandro. Entramos no 4-2-3-1, como o Marcelo (Oliveira) tinha jogado dois anos no Cruzeiro e faz assim no Palmeiras. Tínhamos que travar o adversário. Acho que conseguimos controlar o rival, tanto de um lado quanto do outro. Isso foi importante". Marcelo Oliveira: "É sempre complicado jogar contra o Internacional, mas o jogo estava normal até cometermos erros. Aliás, já cobramos no vestiário e temos de nos cobrar muito porque estamos cometendo erros de desatenção. Bola parada quase não saía gol e fazíamos. Agora nos últimos dois jogos sofremos três gols. É uma situação de jogo, mas precisa se prevenir. Esse gol fez uma diferença importante. O Internacional não tinha chegado, nós também. Era um jogo de pouco brilhantismo técnico, poucas oportunidades, mas o Palmeiras poderia ter feito mais. Cobramos no intervalo a postura, adiantamos o time e perdemos um jogador com pouco tempo. Já havia feito uma falta desnecessária no primeiro tempo e acabou fazendo outra. Isso nos deixou em uma condição inferior e dificultou mais o jogo. Mas a reação foi boa, mesmo com um a menos tentamos jogar e chegar. Perdemos para uma grande equipe, mas muito pela desatenção". Ficha Técnica: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 9 de setembro de 2015, quarta-feira / Horário: 19h30 (de Brasília) / Árbitro: Wagner Reway (MT) - Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Fabio Rodrigo Rubinho (MT) / Público: 13.690 pagantes / Renda: R$ 320.630,00 / Cartões amarelos: D’Alessandro, Artur, Eduardo Sasha, Réver e Paulão (Inter); Vitor Hugo e Allione (Palmeiras) / Cartões vermelhos: Nilton (Inter); Leandro Almeida (Palmeiras) / Gol: INTER:Nilton, aos 19 minutos do primeiro tempo INTER: Muriel; William, Paulão, Réver e Artur; Rodrigo Dourado, Nilton, D’Alessandro (Alex) e Eduardo Sasha (Lisandro López); Valdívia (Taiberson) e Vitinho Técnico: Argel Fucks PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Leandro Almeida, Vitor Hugo e João Paulo (Mouche); Thiago Santos e Andrei Girotto (Allione); Rafael Marques, Zé Roberto e Cristaldo; Alecsandro (Jackson) Técnico: Marcelo Oliveira
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Depois de ser goleado no Gre-Nal, o Internacional não sofreu mais nenhum gol. Na vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-PR, o Colorado chegou ao quarto jogo seguido sem ser vazado, e saiu de campo com a meta intacta pela sexta vez em sete jogos. A vitória deste domingo foi a primeira da equipe sob o comando do técnico Argel Fucks no Campeonato Brasileiro. “Precisamos exaltar nosso poderio ofensivo. São quatro partidas sem tomar gols, e isso é muito importante”, destacou o zagueiro Paulão, novo titular da zaga com Argel. “Podemos buscar com certeza a diferença para o G4. Hoje foi só o nosso primeiro jogo no returno. Precisamos pensar jogo a jogo, mas a ideia é essa”, completou o beque, comentando a queda da diferença do Inter para a zona da Libertadores, de oito para cinco pontos. O volante Nilton elogiou a postura da equipe diante do Furacão: “estão todos de parabéns. Nosso esquema funcionou como deve ser, com todo mundo brigando pela bola, participando. E só temos a melhorar, pois nossa primeira vitória com o professor Argel no Brasileiro”, lembrou o centromédio, que quer uma série de bons resultados para voltar a pensar alto: “precisamos de uma sequência de vitórias dentro e fora de casa para encostarmos mais no pelotão da frente. Sabemos que temos condições de encostar no pessoal do G4”. Com a vitória, o Inter subiu apenas uma posição, do 11º para o 10º lugar. Com 28 pontos, o Colorado está a cinco do Fluminense, atual quarto colocado. Na próxima rodada, o desafio será o Avaí, na Ressacada. Antes, quinta-feira, há um compromisso contra o Ituano, fora de casa, pela Copa do Brasil.
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O Internacional de Argel começa a dar liga. Em um de seus melhores jogos nos últimos meses, o Colorado bateu o Atlético-PR com autoridade neste domingo, no Beira-Rio, por 2 a 0. Valdívia e Paulão marcaram os gols da vitória rubra, que poderia ter sido ainda maior, se D’Alessandro não tivesse desperdiçado um pênalti no começo do segundo tempo. Com muita velocidade e intensidade desde o primeiro minuto, o Inter fez 1 a 0 cedo e criou várias oportunidades de gol na etapa inicial. Na abertura do segundo tempo, chegou a perder um pênalti, com Wéverton defendendo a batida de D’Ale. Porém, não se abalou com o erro, seguiu dominando os paranaenses e chegou ao segundo gol na base da insistência, definindo sua boa vitória. Foi o quarto jogo seguido da equipe gaúcha sem sofrer gols. Com o resultado, o Inter sobe para o 10º lugar, com 28 pontos. O Atlético-PR está dois pontos e duas posições à frente. Agora, as duas equipes jogarão para administrar suas vantagens em competições paralelas. Quinta, o Internacional vai a Itu após fazer 2 a 0 no Ituano pela Copa do Brasil. O Furacão recebe o Joinville, após tê-lo vencido por este mesmo placar, em jogo na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana.
Notas: Inter: 8,0 / Argel Fucks: 8,0 - Média Geral: 8,0 Atlético PR: 5,0 / Milton Mendes: 5,0 - Média Geral: 5,0 Compacto e gols:
Coletivas:
Argel Fucks: "Não fizemos mais que nossa obrigação. Tem que fazer prevalecer o fator casa. Saímos sufocando o adversário. Essa marcação começa lá na frente. Precisamos ter essa atitude. Voltamos para o segundo tempo mesmo ganhando de 1 a 0, conseguimos buscar o pênalti, não conseguimos converter, nem por isso viemos para trás. De tanto bater na tecla, saiu o segundo gol e poderia ter saído o terceiro. Poderia ter sido um placar elástico pelo volume de jogo que tivemos tanto no primeiro quanto no segundo tempo. O mais importante é manter solidez defensiva sem perder a ofensividade. Controlamos muito bem o adversário, o Alisson não trabalhou muito, temos que buscar equilíbrio na parte defensiva e na parte ofensiva. Temos movimentação muito boa com D'Ale, Sasha, Vitinho. O Atlético-PR sentiu muito isso porque era movimentação constante, laterais chegando alternadamente. Foi uma equipe ofensiva, equilibrada e atuante, que propôs o jogo e ganhou com justiça". Milton Mendes: "Não soubemos impor nosso ritmo, cedemos terreno devido a intensidade deles e agora teremos que trabalhar este lado para suportarmos outras partidas como esta e sabermos virar a nosso favor. Primeiro tempo ruim, segundo tempo melhor, mas mesmo assim agora é ter tranquilidade, continuar nosso trabalho e pensar no próximo jogo contra o Joinville". Ficha técnica:
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 23 de agosto de 2015, domingo / Horário: 16h (de Brasília) / Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP) - Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho van Gasse (ambos Fifa-SP) / Renda: R$ 463.150,00 / Público: 22.393 (19.241 pagantes) / Cartões amarelos: Léo (Internacional); Hernâni, Kadu e Gustavo (Atlético-PR) / GOLS: INTERNACIONAL: Valdívia, aos 3 minutos do primeiro tempo; Paulão, aos 24 minutos do segundo tempo INTERNACIONAL: Alisson; Léo, Paulão, Ernando e Geferson; Rodrigo Dourado, Nilton, D’Alessandro (Rafael Moura) e Eduardo Sasha (Wellington); Valdívia e Vitinho (Alex) Técnico: Argel Fucks ATLÉTICO-PR: Weverton; Bruno Pereirinha (Walter), Kadu, Gustavo e Sidcley; Otávio, Hernâni e Bruno Mota (Marcos Guilherme); Douglas Coutinho (Ewandro), Cléo e Nikão Técnico: Milton Mendes
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Com gols de Vitinho e Valdívia antes dos primeiros 20 minutos de jogo, o Internacional venceu o Ituano por 2 a 0 nesta quarta-feira, em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo, disputado no Beira-Rio, marcou a estreia do técnico Argel Fucks em casa pelo Colorado. Agora, somente uma vitória por três ou mais gols de diferença no jogo de volta classifica o time de Itu para as quartas de final. O Inter começou com um ritmo forte. Comandado por Vitinho, abriu uma confortável vantagem de 2 a 0 em apenas 16 minutos, e limitou-se a administrar o placar até o intervalo. Na etapa final, o Ituano tentou soltar, mas acabou dando mais espaços para o Colorado, que seguiu melhor. Se tivesse sido mais contundente, teria aplicado uma diferença de gols ainda maior, que poderia até virtualmente definir o confronto já na partida de ida. Antes do jogo de volta, na próxima quinta-feira, o Colorado recebe o Atlético-PR, neste domingo, pela Série A do Campeonato Brasileiro. O Ituano visita o Primavera, pela Copa Paulista. Notas: Inter: 7,0 / Argel Fucks: 7,0 - Média geral: 7,0 Ituano: 4,5 / Tarcísio Pugliese: 4,5 - Média Geral: 4,5 Compacto e Gols:
Coletivas:
Argel Fucks: "A equipe fez uma boa partida, segura. Não fizemos mais do que nossa obrigação. Fomos uma equipe envolvente, que buscou o resultado do começo ao fim com mobilidade e velocidade. Colocamos o adversário em várias situações adversas. Os jogadores entenderam e assimilaram muito rapidamente o que a gente pediu. Estou muito contente, muito feliz, principalmente pela resposta. É meu segundo jogo em frente à equipe. Durante boa parte do jogo, o segundo tempo nosso foi muito bom, com bola no travessão. Poderíamos ter buscado o terceiro gol. O mais importante é que conseguimos ser envolventes e ter uma transição muito rápida. A gente apostou na velocidade do Valdívia, do Vitinho, trazendo o Sasha para recompor o meio. Ele tem esse poder de marcação, recompõe muito bem. A equipe foi merecedora e fez uma boa partida. Você confunde o adversário. Essa movimentação é importante. Futebol pede movimentação total, principalmente dos quatro de frente. Conseguimos pressionar e fazer com que o adversário quebrasse o passe, para ganhar a primeira e a segunda bola. Pedimos para o Valdívia, para o D'Ale, para o Vitinho chutar de fora da área, que eles finalizam bem. O mais importante é que a equipe venceu o jogo e teve uma atuação convincente".
Ficha Técnica: Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 20 de agosto de 2015, quinta-feira / Horário: 19h (de Brasília) / Árbitro: Elmo Resende Cunha (GO) - Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Daniel Silva Andrade (DF) / Renda: R$ 340.490,00 / Público: 27.349 (24.283 pagantes) / Cartões amarelos: Geferson e Vitinho (Internacional); Dick, Bassani e João Paulo (Ituano) / GOLS: INTERNACIONAL: Vitinho, aos 14, e Valdívia, aos 16 minutos do primeiro tempo INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Ernando e Geferson (Zé Mário); Rodrigo Dourado, Nilton, D’Alessandro e Eduardo Sasha (Alex); Valdívia (Lisandro López) e Vitinho Técnico: Argel Fucks ITUANO: Fábio; Dick, Léo, Naylhor e João Paulo; Jonatan Lima, Ewerton (Gercimar) e Cristian; Claudinho, Marcão (Bassani) e Zambi (Guilherme) Técnico: Tarcísio Pugliese
Redação: Lucas Sommer Goulart / Produção: @rsesporte_com / Fotos: Google Imagens
Hora de virar a chave. O colorado dá um tempo no Brasileirão e se volta para a Copa do Brasil. Hoje, às 19h, encara o Ituano pelas oitavas de final da competição. O Ituano é um time fora de serie: não está nem na Serie D. Mas soma vitórias importantes na Copa do Brasil, passando por clubes da Serie A. O Ituano iniciou a competição goleando o Joinville. Jogando em casa, aplicou 3 a 0, gols de Jonatan, Clayson e Ronaldo. Na volta, 1 a 0 para o Joinville. Na segunda fase, a história foi mais complicada. O adversário foi a Portuguesa, que está na Serie C. Na partida de ida, em casa, empate em 1 a 1. Walfrido marcou para o Ituano. Na volta, no Canindé, o Ituano conquistou a vitória por 2 a 1 com gols de Clayson e Ronaldo. O gol de Ronaldo foi aos 43min do segundo tempo. Na terceira fase, o Ituano começou bem mas passou no sufoco no jogo da volta. O adversário foi o Goiás. Jogando em casa a primeira partida, vitória por 2 a 0 com gols de Ronaldo. No Serra Dourada, o Goiás saiu na frente, mas Ronaldo empatou a partida deixando o Goiás com a necessidade de marcar 3 gols. Marcou 2, e a partida acabou 3 a 1 para o clube de Goiás. Com o gol marcado fora de casa, o Ituano avançou para as Oitavas de Final. Como não está em nenhuma divisão, o Ituano aposta tudo na Copa do Brasil. Disputando a Copa Paulista, vem de 4 vitórias seguidas. O provável time do Ituano tem Fábio; Dick, Leo, Naylhor e João Paulo; Jonatan Lima, Ewerton e Cristian; Claudinho, Ronaldo e Clayson. Inter e Ituano fazem hoje o primeiro duelo. A decisão fica para próxima quinta-feira, no Estádio Novelli Junior, às 20h.
Redação e Produção: @rsesporte_com / Fotos: Google Imagens / Vídeo: YouTube
Com um gol marcado por Vitinho, o Internacional derrotou o Fluminense por 1 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio. O resultado serviu para acalmar a crise que rondava o clube gaúcho depois da goleada sofrida contra o rival Grêmio, no domingo passado. Antes da partida, os torcedores hostilizaram os jogadores colorados, que entraram muito nervosos em campo. Com a vitória, o Inter subiu para a décima posição, com 24 pontos ganhos. O Fluminense acabou saindo do G4 e agora ocupa a quinta colocação, com 30 pontos. Mesmo nervoso e pressionado, o time gaúcho foi sempre superior ao adversário em grande parte da partida e poderia ter alcançado um resultado mais expressivo, não fossem as grandes defesas de Diego Cavalieri. O Tricolor acabou com nove jogadores por causa da expulsão de Marcos Junior e Antonio Carlos. Na próxima rodada, o Internacional vai enfrentar o Cruzeiro, no Mineirão. Já o Flu recebe o Figueirense, no Maracanã. Notas: Inter: 7,0 / Odair Hellmann: 8,0 - Média Geral: 7,5 Fluminense: 5,0 / Enderson Moreira: 5,0 - Média Geral: 5,0 Compacto e gols:
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Odair Hellmann: " A gente passou por momentos tristes, e tem que passar. Mas todos juntos. Foi uma partida sólida, e uma postura sólida. Entramos firmes no jogo. A equipe fez o torcedor vir com a gente. Quem poderia resolver essa situação éramos nós mesmos. Foi um jogo difícil por todas as circunstâncias. Entramos um pouco intranquilos, perdendo o controle da bola. Tínhamos dois meias e perdemos isso nos primeiros 20 minutos. Depois, controlamos o jogo. Antes da expulsão, já éramos donos do jogo, com posse de bola e finalização. O time fez um bom jogo, consistente. A gente atacou posicionado, trocou, colocou atacantes, mas mantivemos uma postura defensiva muito sólida. Essa vitória se torna mais importante devido ao jogo anterior. A gente foi muito bem nesse sentido, com toda essa pressão, toda essa cobrança. É uma tranquilidade só até amanhã ou depois. É um momento de felicidade, mas o que aconteceu domingo vai ficar marcado. Agora, tenho que levantar a cabeça, ser forte, humilde. A minha vida sempre foi dura. No final, sempre venci. Não sei quando é o final, mas vou vencer, tenho certeza disso".
Enderson Moreira: "As duas equipes não jogaram o que poderiam jogar. Até os 15 minutos, controlamos. Chances de bola parada, uma jogada ainda com o Gustavo Scarpa. O Inter cresceu e ficou equilibrado. No segundo tempo, difícil avaliar. Equilibrado enquanto esteve 11 contra 11. É sempre difícil jogar aqui. Não tinha domínio. O Marcos Junior foi expulso e terá atenção chamada. Agora, quem a chama do árbitro? Alex fez algo impossível do árbitro não ter visto. Um carrinho frontal. Pierre está com a caneca esfolada. É a minha indignação. Não quero justificar a derrota. Tivemos um jogador merecidamente expulso, Antônio Carlos deve ter falado algo. Isso será falado internamente. Precisamos jogar mais e temos condições. Fico chateado com isso. Por qual motivo não se pode expulsar um jogador da casa? Qual o problema? Uma jogada mais ríspida, mais faltosa e o árbitro deixou passar. Ele tem de ser criterioso. Foi um erro grave. E ainda sofremos um gol no final". Ficha Técnica:
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) / Data: 12 de agosto de 2015, quarta-feira / Horário: 22 horas (de Brasília) / Público: 11.415 presentes / Árbitro: Flávio Guerra (SP) / Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Carlos Nogueira Júnior (SP) / Cartões amarelos: Juan, Alex, Geferson,Rafael Moura, Eduardo Sasha, Lizandro Lopez(Inter); Henrique, Wellington Paulista, Marcos Junior, Diego Cavalieri(Flu) / Cartões vermelhos: Marcos Junior e Antonio Carlos / Gol: Vitinho, aos 36 minutos do segundo tempo INTERNACIONAL: Alisson; William, Ernando, Juan e Geferson; Nico Freitas (Lisandro Lopes), Nilton, Wellington e Alex; Valdívia(Vitinho) e Eduardo Sasha Técnico: Odair Hellmann FLUMINENSE:Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon e Gustavo Scarpa; Pierre, Jean, Cícero e Ronaldinho Gaúcho(Lucas Gomes); Marcos Junior e Wellington Paulista(Antonio Carlos) Técnico: Enderson Moreira